Archive for the ‘3 Rs’ Category

Dos Recicláveis aos Reciclados

Wednesday, September 8th, 2010

Para onde vão os materiais recicláveis depois que eles são recolhidos pela coleta seletiva? Em que produtos eles são transformados? Você sabe?

A TV ALERJ foi a Recicloteca para conferir esses produtos que já estão sendo comercializados.

Além disso, o programa ALERJ Ecologia abordou os 3Rs – Reduzir, Reutilizar e Reciclar.

Confira o vídeo no link da imagem a seguir:

Produtos reciclados

Gostou dos textos? Detestou? Queremos saber!
Deixe aqui seus comentários, criticas e sugestões.
Estamos fazendo o blog para vocês e
ele é uma construção conjunta.
Ajude-nos a melhorá-lo!

Qual a importância da reciclagem?

Wednesday, August 25th, 2010

Todos os dias, um volume enorme de embalagem é descartado no lixo como se fosse lixo, mas são embalagens que poderiam ser destinadas para a reciclagem, como plástico, papel, alumínio e vidro.

O processo de reciclagem é composto de várias fases, porém sua realização depende de uma ação fundamental: a separação prévia dos materiais. Misturar os materiais recicláveis com o lixo prejudica o seu reaproveitamento. Se o material reciclável for armazenado de forma separada, possibilita-se um maior aproveitamento.

Esse é só o começo do que chamamos de coleta seletiva. Trata-se da separação e recolhimento, desde a origem, dos materiais potencialmente recicláveis. E nós, consumidores, temos um papel importante nesta separação.

Já “reciclar” significa transformar de modo artesanal ou industrial um produto usado em um novo produto, igual ou diferente do original. Essa transformação deve ser química e/ou física, daí a diferença do reaproveitamento que não altera a matéria de maneira tão profunda. Além disso, a reciclagem tem como benefícios a economia de matéria-prima, de energia e de água.

Quando refletimos e agimos sobre a questão do lixo em casa, na escola, no trabalho, na prefeitura e na rua, percebemos o quanto é possível que cada um de nós faça uma diferença enorme diante deste problemão. Ao assumir nossas responsabilidades sobre esta e todas as questões da sociedade, estamos de fato virando cidadãos e construindo uma nação de verdade.

Saiba mais sobre os 3Rs no site da Recicloteca

Assista outros vídeos da Mariana Kapps através do videolog dela.

Reduzir e reutilizar é preciso

Tuesday, August 24th, 2010

O tempo todo, as pessoas estão preocupadas com a questão da reciclagem e, mais especificamente, a coleta seletiva, atividade na qual as pessoas conseguem realmente se envolver.

Acontece que a Reciclagem faz parte da filosofia dos 3Rs, que precisa ser trabalhada dentro da perspectiva do gerenciamento integrado de resíduos. Isto é, tão importante quanto termos um local adequado para armazenar os resíduos e destinar os recicláveis para a indústria, é preciso Reduzir a quantidade de lixo gerado e Reutilizar ao máximo as embalagens, aumentando assim o seu ciclo de vida.

Foi isso que a Mariana Kapps registrou ao acompanhar o trabalho da equipe da Recicloteca.

Confira nos dois vídeos que disponibilizamos hoje aqui no Blog.

Reduzir:

Reutilizar:

Saiba mais sobre os 3Rs no site da Recicloteca

Assista outros vídeos da Mariana Kapps através do videolog dela.

Mude, mas cuidado com a direção!

Thursday, August 12th, 2010

Já dizia o poeta que mais importante que a velocidade da mudança é a direção que tomamos que faz a diferença.

Em tempo de crise ambiental, a mudança de comportamento torna-se uma demanda cada vez mais necessária para garantir a vida no planeta como a conhecemos hoje. Contudo, ainda resistimos muito a toda e qualquer alteração em nosso estilo de vida. Acontece que o tempo urge e precisamos nos desfazer de idéias que nos levem a compactuar com um modelo de vida insustentável para nós e para as futuras gerações.

Mesmo as novas idéias, com um discurso ambientalmente correto, podem vir impregnadas com o antigo paradigma da nossa sociedade. Exemplos dados na mídia ou por nós mesmos como ecologicamente saudáveis, podem, na realidade, estar somente dando novos contornos a antigos hábitos.

Um supermercado na Zona Sul do Rio de Janeiro pode ser citado como um caso exemplar. Na semana passada, uma reportagem do programa Cidades e Soluções (Globo News), mostrou como esta rede varejista destina para compostagem os legumes, verduras e frutas considerados fora do padrão de qualidade para serem comercializados aos seus fregueses. Vale ressaltar que a questão é justamente esta. Fora do padrão de qualidade para uma determinada classe social consumir. O material destinado para virar composto por este estabelecimento não estava impróprio para o consumo humano, como bem mostra as imagens do programa. A iniciativa de destinar a matéria orgânica inservível para ser compostada é ótima e louvável. Deveria ser praticada não apenas por esta rede de supermercado, mas por todos os estabelecimentos que lidam com alimentos e por nós mesmos, consumidores e cidadãos responsáveis pelo ambiente em que vivemos. Desde que isto não seja fruto de desperdício e rotulado com um discurso ecológico duvidoso.

Necessitamos ficar atentos não apenas aos discursos e às ações das empresas, mas às nossas também. Escutamos o tempo todo, as pessoas justificarem suas atitudes com frases do tipo: “Consumo muita coisa mesmo, mas apenas produtos ecológicos!”; “Ah, não tem problema levar essa embalagem pra casa, depois eu mando pra reciclagem!”; “Mas ninguém separa o material, por que eu vou fazer? Além, disso, depois vão misturar tudo mesmo”. Ou, ainda, uma retórica que reflete uma preocupação econômica: “Jogo lixo no chão para dar emprego para o gari! Senão, como é que ele vai trabalhar?!”; “Se a pasta de dente vier sem a caixa de papel, como é que fica o emprego das pessoas que fabricam a caixa?”; “Eu jogo a latinha no chão para o catador ter material para pegar!”, “Se não levar sacola plástica, como vou embalar meu lixo?”.

Por trás de todas estas falas existe uma grande resistência em se adequar a uma nova realidade, que se tornou gritante no século XXI. Precisamos de novos hábitos e novas atitudes que reflitam um novo discurso. Mudar é difícil, mas basta começar aos poucos para perceber que tudo é possível. Como diz o poema da Cecília Meireles, Nem tudo é fácil:

“Nem tudo é fácil na vida…Mas, com certeza, nada é impossível
Precisamos acreditar, ter fé e lutar
para que não apenas sonhemos,
Mas também tornemos todos esses desejos, realidade!!!”

Saiba como montar uma composteira em casa seção de Vídeos do site da Recicloteca

Assista a edição “Lixo orgânico é transformado em adubo por rede de supermercados no RJ” do programa Cidades e Soluções da Globo News

Deixe seu comentário aqui no Blog!

Na conta do lixo

Thursday, July 15th, 2010

Eduardo Bernhardt


Eduardo Bernhardt é formado em biologia, é professor, educador ambiental e consultor do projeto Recicloteca da ONG Ecomarapendi. Há oito anos na Recicloteca, Bernhardt pesquisa, organiza e difunde informações sobre lixo, reciclagem e meio ambiente, além de ministrar cursos, palestras e oficinas sobre o tema. Nesta entrevista, ele fala sobre o impacto ambiental dos Resíduos Sólidos bem como sobre a “Filosofia dos 3Rs” – Reduzir, Reaproveitar e Reciclar.

1) Quais são os maiores problemas que as grandes cidades têm hoje pela falta de reciclagem do lixo?

Eduardo - O baixo índice de coleta seletiva e da reciclagem resulta em excesso de lixo nos depósitos, e mesmo nas ruas. É que coleta seletiva e reciclagem são mais estimulantes para que a população evite jogar lixo no rio, na rua ou num terreno baldio do que simplesmente expor que é falta de educação, por exemplo. Quando isso acontece temos entupimento de bueiros e enchentes, focos de animais transmissores de doenças (ratos, baratas, moscas e mosquitos) além de poluição ambiental que atinge o solo, as águas subterrâneas e até o ar (especialmente quando o lixo é queimado e/ou depositado em lixões).
Na verdade considero o prejuízo econômico o mais relevante problema da falta de reciclagem, e olha que sou ambientalista! Mas é o que mais me chama atenção. Segundo o IPEA (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas), a reciclagem pode economizar cerca de R$ 8 bilhões por ano. Hoje essa economia varia de R$ 1,3 a 3 bilhões anuais. O cálculo leva em consideração apenas aspectos econômicos e ambientais da geração, descarte e destinação de lixo. No fundo, o baixo índice de coleta seletiva e reciclagem refletem a falta de um gerenciamento integrado de resíduos sólidos que leve em consideração a gestão do lixo e não apenas recolher, transportar e guardar (como é hoje). Levando isso em consideração, a economia seria ainda maior, pois entrariam na conta os benefícios sociais de geração de emprego e renda, além de redução de danos à saúde da população. No gerenciamento investe-se em educação, informação, redução de desperdício, reaproveitamento, reciclagem, compostagem, aterro sanitário, descontaminação / segurança de resíduos perigosos e tudo o que possa racionalizar nossa relação com os resíduos. Numa estimativa bem especulativa, a cifra iria fácil a mais de R$ 10 bilhões por ano, mas quanto vale a qualidade de vida da população brasileira? Acho que vale bem mais que isso. Cuidar do lixo dá dinheiro para o país.

2) Como fazer para reciclar materiais como o chamado e-lixo, pilhas, óleo de cozinha, sacolas plásticas e outros materiais que prejudicam o meio ambiente?

Eduardo – O lixo eletrônico é bem frustrante. Não há lei que obrigue os fabricantes a recebê-los de volta. Algumas empresas recolhem por iniciativa própria os de suas marcas e empresas especializadas na desmontagem e recuperação dos materiais recicláveis os recebem, mas elas são raras e de alcance limitado. Na pergunta seis eu coloquei contatos variados de alguns estados que recebem pilhas, lixo eletrônico e óleo. Por enquanto, esses três dependem da iniciativa do consumidor para ter um destino correto. Se ele não levar pessoalmente a algum lugar especializado, vai tudo pro depósito de lixo. As sacolas plásticas ainda podem entrar na coleta seletiva convencional, mas o ideal é racionalizar o uso delas evitando o excesso que acaba virando desperdício. Aliás, vale a ressalva: as sacolas não são as vilãs do meio ambiente como se diz por aí. Sabendo usar e substituindo por retornáveis é possível reduzir o consumo e reutilizar na lixeira e em outras situações, na medida certa. Mais uma vez, afirmo que vale o equilíbrio.

3) Quais são as principais conseqüências para o meio ambiente ao se jogar estes materiais no lixo comum? Quanto tempo estes materiais levam para se decompor?

Eduardo – Pilhas e

Pilhas Sony AA Ultra Heavy Duty

lixo eletrônico contaminam tudo pela frente, ao lado, acima e abaixo também. A maior preocupação é o metal pesado que eles contem, pois ele não se degrada se acumula na cadeia alimentar e acaba chegando a nós, humanos de um jeito ou de outro. O óleo polui o solo e a água em que ele tiver contato. As sacolas jogadas em locais públicos entopem bueiros e contribuem para as enchentes. Quando elas se decompõem, a tinta do tingimento e das logomarcas contamina o solo e a água. Se queimadas, essas tintas viram dioxinas, substâncias altamente tóxicas que são carreadas pelo vento. Isso tudo está acontecendo agora mesmo por todo o Brasil. É efeito imediato e de longa duração, já que estes materiais demoram muitos anos para se decompor, o que nem é interessante, já que muito da contaminação vem da decomposição deles. O ideal é reciclar o que der e guardar isolado o que não puder ser aproveitado.

4) A curto prazo, quais os efeitos que a falta de reciclagem surtirá no planeta?

Eduardo – De imediato, o aquecimento global já cai na conta do lixo. Mais pela sua parcela orgânica, é claro, cuja decomposição gera o gás metano (CH4) que é 21 vezes mais estufa do que o gás carbônico (CO2). Em seguida vem a contribuição para a escassez de água potável, já que o modelo atual polui demais as águas superficiais e subterrâneas. A falta de espaço próximo às grandes cidades é um risco, pois o alto custo de construir aterros sanitários, que precisarão ser cada vez mais distantes, pode resultar em depósitos inadequados, implantados por cidades em que o licenciamento ambiental correto é substituído por “licenças relâmpago” de idoneidade duvidosa. Tudo em prol da ‘economia’ de recursos públicos. Assim mais contaminação ambiental pode ocorrer. A pressão sobre os recursos naturais, especialmente os não renováveis (metais, vidro, plástico) também pode aumentar muito resultando em escassez e alta no seu preço, além do aumento do impacto ambiental para explorar fontes destas matérias-primas que são de difícil acesso. Veja o caso da exploração submarina de petróleo e a tragédia que se abateu sobre o Golfo do México. A parcela de petróleo usada para fabricar plásticos ainda é pequena, mas tende a continuar aumentando. De qualquer forma, somos dependentes de recursos naturais que são desperdiçados com embalagens descartáveis de necessidade muito duvidosa.

5) O que já foi degradado no meio ambiente pode ser recuperado?

Eduardo -
Quase tudo. A recuperação é bem polêmica, pois não há consenso em algumas ‘recuperações’ que soam mais a engodo. Transformar lixão em aterro controlado é um dos engodos. Melhora, mas é uma melhora bem limitada. Há vários níveis de controle e lixões geralmente estão tão mal localizados que os impactos na vizinhança são difíceis de serem eliminados pra recuperar a qualidade de vida de quem vive nas redondezas. Além do mais é sempre mais caro, difícil e lento recuperar do que prevenir.

6) Quais são as alternativas para se reciclar pilhas, óleo de cozinha, e-lixo, sacolas plásticas e outros materiais?

Eduardo – Para fazer a coleta seletiva recomendo ler a seção de mesmo nome na página da Recicloteca. Separar para a coleta seletiva é facílimo, basta uma segunda lixeira para o material reciclável que deve estar limpo e seco. O critério de separação lixo úmido/seco resolve a maioria das dúvidas quanto ao que é e o que não é reciclável. Assim fica mais fácil e atraente separar o material.

Seguem, os contatos que mencionei na Questão 2.

Para destinação de pilhas:
Programa Papa Pilhas do Banco real

Para destinação de sucata eletrônica:
Em todo o Brasil – Comitê para Democratização da Informática (CDI)
No Rio de Janeiro – Sucata Eletrônica, PC Vidas e Repensar
Em São Paulo – Museu do Computador, Casas André Luiz, Recicomp, Lixo Digital e Oxigênio (Procure pelo projeto Centro de Recondicionamento de Computadores)
No Rio Grande do Sul – Pensamento Digital

Para destinação de óleo vegetal:
No Rio de Janeiro e em Recife: Cooperativa Disque Óleo Vegetal
Para o Estado do Rio de Janeiro: Programa de Reaproveitamento de Óleos Vegetais – Prove / INEA
Para Santo André (SP) – Instituto Triângulo

Entrevista concedida à jornalista Ana Rosas Alkmin, por e-mail, para a Revista Novas Ideias! – Polishop.

A Recicloteca vai às escolas!

Monday, June 28th, 2010

Visita da Escola Municipal Alfredo Valadão à Recicloteca

A Recicloteca está em novo endereço e também com uma maneira nova de atender aos grupos que fazem a Vivência Ambiental.

A partir de agora iremos atender as escolas em seu próprio espaço!

A Vivência Ambiental visa complementar o trabalho que já esteja sendo desenvolvido com o grupo, seja inserido no conteúdo das aulas ou no projeto pedagógico da escola ou instituições.

Durante a explanação são trabalhados os temas Lixo, Meio Ambiente, 3R’s (Reduzir, Reutilizar, Reciclar), entre outros da área ambiental. A apresentação sobre os 3R’s é frisada pelo mostruário de objetos que traduzem, de forma lúdica, práticas ambientalmente saudáveis que suscitam a adoção do consumo consciente no dia-a-dia. A seqüência das atividades tem a exibição de um vídeo ambiental e oficina de reciclagem artesanal de papel ou manufatura de caderno criativo.

Para agendar a visita da Recicloteca, bem como para saber o custo da mesma, entre em contato conosco através dos telefones: (21) 2551-6215/ 2552-6393

Saiba mais sobre a nova sede aqui no Blog

Feira de Troca

Thursday, June 10th, 2010

UNINDO VIZINHOS DE BAIRRO E DE PLANETA!

Para onde levo minhas pilhas?

Tuesday, May 25th, 2010

Na seqüência dos posts “Para onde levo meus Recicláveis?”, vamos tratar da destinação de Pilhas.

Não há quem não as use. Faz parte do cotidiano de todos. Estão nos relógios, controles remotos, máquinas fotográficas, lanternas, rádios, brinquedos, entre tantos outros aparelhos. Muitas vezes não nos damos conta da quantidade de pilhas que utilizamos e descartamos ao longo de nossas vidas.

Já pararam para pensar para onde as pilhas vão? Os impactos que podem causar no ambiente ao serem descartadas indevidamente? Para onde, de fato, elas deveriam ir ao fim do seu ciclo de vida?

Pilha Sony AA Ultra Heavy Duty

De forma geral, no NOSSO país (não em outros países como podemos ver na imagem acima), elas são descartadas junto com o lixo comum em lixões, aterros controlados e aterros sanitários, sem passar por nenhum tipo de tratamento prévio. E só quando são separadas previamente e destinadas a um aterro sanitário é que receberão o tratamento como resíduo industrial.

É com o intuito de regulamentar a comercialização, controlar os danos causados à saúde e gerenciar sua destinação final, não apenas de pilhas como também de baterias, que o Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama) promulgou a Resolução 401/08. Precedida pelas Resoluções 257/99 e 263/99, a 401/08 vem estabelecer os “limites máximos de chumbo, cádmio e mercúrio [metais pesados] para pilhas e baterias comercializadas no território nacional e os critérios e padrões para o seu gerenciamento ambientalmente adequado (…)”.

A Resolução considerou, dentre outras, as seguintes necessidades:

“- minimizar os impactos negativos causados ao meio ambiente pelo descarte inadequado de pilhas e baterias;
- disciplinar o gerenciamento ambiental de pilhas e baterias, em especial as que contenham em suas composições chumbo, cádmio, mercúrio e seus compostos, no que tange à coleta, reutilização, reciclagem, tratamento ou disposição final;
- reduzir, tanto quanto possível, a geração de resíduos, como parte de um sistema integrado de Produção Mais Limpa, estimulando o desenvolvimento de técnicas e processos limpos na produção de pilhas e baterias produzidas no Brasil ou importadas (…).”

Apesar de ter entrado em vigor em 2008, somente agora, no ano de 2010, é que se torna obrigatório o recebimento das pilhas e baterias contempladas nesta resolução pelos estabelecimentos comerciais e assistência técnica autorizada. Infelizmente, nem todas as pilhas que utilizamos no nosso dia-a-dia são consideradas por esta regulamentação, nem por isso elas deixam de fazer mal ao meio ambiente e a nossa saúde.

O que existe hoje para as pilhas domésticas é uma iniciativa isolada de uma instituição financeira, que as recebe em todo o Brasil e destina a uma indústria recicladora de materiais químicos.

Isso não significa que não temos responsabilidades neste processo. Muito pelo contrário, somos consumidores de pilhas, sejam elas recarregáveis ou não. Temos o poder de decisão sobre comprar ou não produtos movidos a elas, responsáveis sobre o tipo de descarte e suas conseqüências no ambiente. Cabe a nós cuidar melhor dele.

Leia mais na Resolução Conama 401/08

Tire suas dúvidas com a equipe da Recicloteca

Conheça a iniciativa do Papa Pilhas do Banco Real / Santander

Saiba mais sobre as indústrias que reciclam as pilhas e baterias no país:
Suzaquim
Umicore Brasil

Para onde levo meus Recicláveis?

Monday, May 17th, 2010

Todos os dias, a Recicloteca recebe uma demanda enorme de pessoas querendo destinar os mais diversos materiais para a reciclagem. Ou ainda, doar objetos que podem ser reutilizados por alguma organização.

É com o intuito de responder a esta demanda que a Recicloteca resolveu escrever no Blog uma série de posts intitulados “Para onde levo…?”.

Aqui, colocaremos o destino de alguns materiais como equipamentos eletrônicos, pilhas e baterias, óleo de cozinha, potes de vidro, alimentos, retalhos, câmara de ar, tiras de couro, entre outros. Vocês poderão buscar estas informações também através do Fale conosco (no site da Recicloteca) ou pelo nosso telefone de atendimento ao público.

Os potes de vidro…

Não é difícil comprar produtos embalados em potes de vidro. Azeitonas, champignons, molho de tomate, café solúvel, maionese, geléia, dentre tantos outros são bons exemplos disso. Estes podem ser reutilizados em nossos próprios lares para armazenar condimentos, alimentos, doces e geléias caseiras. No entanto, nem sempre é possível dar vazão a quantidade de potes que se acumulam nos armários.

Os potes de vidro com tapas de plástico, como de café solúvel ou maionese, podem ser destinados para instituições que recebem doação de leite materno. Este é acondicionado nos potes e doado para mães que, infelizmente, não podem amamentar seus filhos.

Você pode doar suas embalagens de vidro com tampas de plástico e contribuir para que o leite materno chegue a mais uma criança. Adote essa idéia!

Entre em contato com um dos 80 postos de coleta de leite materno da Rede Brasileira Banco de Leite Humano (RBLH) espalhados por todas as regiões do Brasil.

E, não esqueça, passe adiante essa informação. O futuro destes bebês agradece.

Acesse os Postos de Coleta da Rede Brasileira de Banco de Leite Humano

Veja toda a Rede Brasileira de Banco de Leite Humano